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Como a coleta de desfechos auxilia nesta nova onda de COVID?

Atualizado: Abr 22

Coletar PROMs ajudaria pacientes com câncer, insuficiência cardíaca, AVC e outras doenças crônicas tiveram suas rotinas de cuidado alteradas por causa do vírus.



Com certeza você já ouviu que, por causa da Covid, pacientes com outras doenças estão sendo afetados. Muito além do risco de contágio, a falta de leitos e a necessidade de maior atenção aos pacientes com Covid têm gerado uma lacuna no cuidado a pacientes com doenças crônicas ou sequelas de eventos passados.


Três exemplos disso são o câncer, a insuficiência cardíaca e o AVC. Os pacientes que têm ou tiveram alguma dessas condições vão mais ao pronto-socorro e precisam de internações com maior frequência. Como são pacientes com fatores de risco para mortalidade por Covid, acabam por evitar ir ao hospital e, quando precisam, têm menos leitos disponíveis.


Nesse cenário, a coleta longitudinal de desfechos, integrada a um sistema de alarmes e notificações em caso de urgência ou piora em algum quadro, seria muito útil.



Imagine, por exemplo, a paciente Joana, de 57 anos, que teve câncer de mama e está no fim do tratamento. Joana começa a sentir dor no local da cirurgia e, com medo de ir ao hospital, fica em casa e dorme preocupada.


Acontece que não é a primeira vez que Joana tem essa dor. Nas outras vezes, porém, foi mais leve e ela não pensou que pudesse ser algo sério, tanto que ela nem lembrava de falar nas consultas. Mas hoje, sem saber o porquê, a dor veio pior e ela está aflita. Às duas da manhã, ainda preocupada, Joana resolve ligar para a equipe de saúde, que prontamente a atende e recomenda uma ida ao pronto-socorro. Não era nada grave e Joana voltou tranquila para casa às cinco da manhã.



Como poderíamos ter evitado essa situação?


É importante que entre consultas, cirurgias e sessões de quimioterapia, saibamos o que preocupa a paciente e o que ela sente. Assim, quando Joana pensasse em ir para o hospital, a equipe estaria preparada para atender e saberia se Joana tinha algum sinal de alarme antes dessa queixa grave.


Depender de ligações e contatos presenciais para essa avaliação não é nem de longe o ideal.

Para evitar hospitalizações desnecessárias e estar de fato pronto para atender ao seu paciente, a conhecer e acompanhar bem os desfechos que realmente importam faz toda a diferença.


A Triágil está ao lado dos hospitais nesse momento tão difícil. Com nossa plataforma de coleta de desfechos, fazemos o acompanhamento longitudinal dos seus pacientes focando no que faz a diferença de fato. Ah, e com total segurança dos dados!


Quer conhecer mais? Vamos conversar!