Inovação na área da saúde: um caminho sem volta #TriágiLives04

Atualizado: 22 de mar.

A primeira live de 2022 traz especialistas de inovação no mercado de saúde para dividirem suas experiências e comentar este rumo inevitável que o setor de saúde deve seguir.



É fato que a pandemia acelerou o processo de digitalização da saúde, mas ainda assim presenciamos um setor de saúde defasado frente a todo potencial que poderia entregar aos pacientes. Médicos e prestadores também enfrentam os desafios da falta de estruturação de dados, integração de sistemas, ferramentas auxiliadoras e outras iniciativas que poderiam agilizar processos e reduzir custos.


Bruno Machado e Carolline Andresi, especialistas de inovação na Unimed Grande Florianópolis e na Johnson e Johnson, respectivamente, se juntaram a nossos fundadores - Dr. Fábio Madureira e Gustavo Rocha - no útlimo dia 22 para um bate-papo sobre inovação no Brasil.

"Eu acredito que o setor da saúde tem muito pra mudar nos próximos 10 anos, tanto a forma de consumo quanto a forma de gestão. Inovar é entender esse movimento e se preparar para isso",

contextualizou Bruno antes de inicarmos nosso debate. Entendemos, então, que o mercado de saúde precisa se reposicionar para voltar a ser sustentável, melhorando a qualidade e acompanhando os avanços da medicina. E também que a inovação é um catalisador nesse sentido, mas como este conceito é sim tangível e é aplicável na rotina das empresas? A Carol, que atua na área há de 10 anos, comenta:

Acho que não existe receita de bolo... Podemos inovar em processos pequenos, com open inovation, co-criação. Qual é a dor que você quer resolver? Acho que é essa a pergunta que tem que ser respondida antes de tomar qualquer caminho. Existem estratégias que fazem sentido desenvolver em casa, outras puxar de fora.

O sistema de saúde está repleto de desafios e a vontade de resolver todos é inevitável, mas não é caminho muito funcional. Dr. Fábio Madureira enriquece o debate trazendo sua visão enquanto médico:

Tentamos priorizar aqueles que são mais críticos, que tragam mais valor para quem está na ponta mas ao mesmo tempo sejam de fácil compreensão para os outros stakeholders envolvidos. Porque não adianta propor uma solução utópica centrada no paciente que não tenha a compreensão dos outros agentes... não está no timing ainda.

Você pode assistir - ou ouvir - este bate-papo na íntegra acessando link abaixo!