Conheça as formas de tornar o processo de regulação mais ágil e econômico com IA



A Inteligência Artificial (IA) existe há anos, mas por um longo tempo não foi uma realidade no Brasil. Mais recentemente, muitas vezes a promessa e o discurso não se transformam em ações concretas. Mas, ainda que resistente, o mercado de saúde vem dando espaço a várias aplicações muito além dos exames de imagem ou de laboratório.


Mudanças na saúde

Primeiramente precisamos lembrar que, ao falar de saúde, cada consulta, exame ou procedimento é apenas uma parte de um processo que chamamos de jornada do paciente.

  • Desde a queixa principal até a resolução da doença, a articulação do médico com os prestadores e as operadoras de saúde é vital.

  • Para cada solicitação de exame ou procedimento, uma equipe de auditoria é acionada para aprovar - ou não - o pedido.

  • O protocolo para essa auditoria, apesar de perfeito na teoria, possui suas falhas na prática: o alto volume de demanda e a sobrecarga dos profissionais acaba resultando em um processo moroso e repetitivo, pois é feita a análise de cada pedido separadamente.

Por outro lado, a quantidade de dados que entram para análise é um solo fértil para percepção de padrões de resultados, afinal, as decisões em auditoria obedecem indicações adequadas e deveriam estar inseridas num cenário em que realmente geram valor ao paciente. Contudo, não é raro que exames e procedimentos desnecessários sejam solicitados.


Oportunidades

A partir daí surge uma oportunidade para a IA gerar valor em saúde:


Ao reconhecer esses padrões e predizer com acurácia quais pedidos devem ser aprovados, os mesmos profissionais que tinham boa parte do seu tempo ocupado com esse trabalho repetitivo e pouco produtivo agora tem sua expertise valorizada ao poderem investir mais tempo em casos controversos e estratégicos .


Ainda que pareça um ótimo avanço para a área de auditoria em saúde, é comum que profissionais das operadoras tenham um “pé atrás” com a implementação dessas tecnologias. Toda mudança passa por uma resistência.


Como exemplo, vemos o caso da Anestech, pioneira em gestão de dados perioperatórios. Seguir o modelo tradicional de registro anestésico era o caminho fácil e parecia mais seguro, mas hoje mais de 3000 anestesistas ajudam diariamente seus pacientes com indicadores de performance e risco, individualizando as decisões e possibilitando um cuidado muito melhor.


E por que seria diferente com a auditoria?


De fato, é seguro olhar para trás e afirmar que o processo atual funciona, mas vivemos tempos em que a realidade se modifica rapidamente e precisamos estar prontos.


A dependência do caminho percorrido pode, na verdade, impossibilitar que vejamos possibilidades de melhoria e aumento de eficiência que estão, na verdade, muito claras. E o uso da IA para a autorização de procedimentos é uma delas.


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